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Eu ia dormir cedo, sozinha, com a minha dor. Mas, ao ver o livro do Drauzio Varella, lembrei de algo que li na capa:

(…) Custei a aceitar a constatação de que muitos de meus pacientes encontravam novos significados para a existência ao senti-la esvair-se, a ponto de adquirirem mais sabedoria e viverem mais felizes que antes, mas essa descoberta transformou minha vida pessoal: será que com esforço não consigo aprender a pensar e agir como eles enquanto tenho saúde?” (págs. 203 a 206).

Olhei para a rua deserta, para o deprimente programa de final de ano da tv e me perguntei: “Meu Deus, estou assim só porque um cafajeste, que nunca teve a decência de me falar uma verdade sequer, não quis assumir um compromisso sério comigo? E por ter descoberto que ele voltou com a ex, que ele trai descaradamente?”

Fui à Igreja e resolvi começar a dar atenção ao meu lado espiritual, há muito abandonado. Depois fui para a praia ver os fogos no aterro da PI (Praia de Iracema). Não consegui ver minha família e amigos às 00:00 do novo ano, mas eu estava ali, de pé, chorando. Mas, desta vez, por um motivo valioso: o meu bom senso estava voltando a funcionar.

Que em 2010 Deus nos proporcione força e honra.

Auld Lang Syne (Tradução)
Jeff Buckley
Composição: Robert Burns

Deve ser um antigo conhecido, já esquecido
Mas nunca trazido à mente
Deve ser um antigo conhecido, já esquecido
Dos bons e velhos tempos

Pelos bons e velhos tempos, meu caro
Pelos bons e velhos tempos
Ainda beberemos um copo de bondade
pelos bons e velhos tempos

E certamente será o seu momento
E certamente eu vou ter o meu!
E nós vamos ter uma xícara de bondade ainda,
Pelos bons e velhos tempos

Pelos bons e velhos tempos, meu caro
Pelos bons e velhos tempos
Ainda beberemos um copo de bondade
pelos bons e velhos tempos

Nós, naturais daqui, correremos sobre a encosta
E colheremos a medida certa de flores silvestres
Mas temos que caminhar, ainda que muito cansados
Pelos bons e velhos tempos
Pelos bons e velhos tempos, meu caro
Pelos bons e velhos tempos
Ainda beberemos um copo de bondade
pelos bons e velhos tempos

Nós, naturais daqui, remando em chamas
Desde a manhã ensolarada até o jantar
Mas afastaremos os mares entre nós
Pelos bons e velhos tempos

Pelos bons e velhos tempos, meu caro
Pelos bons e velhos tempos
Ainda beberemos um copo de bondade
pelos bons e velhos tempos

E há um lado, o meu caro amigo
E dê a mão ao teu
E nós vamos beberemos um belo drink
Pelos bons e velhos tempos

Pelos bons e velhos tempos, meu caro
Pelos bons e velhos tempos
Ainda beberemos um copo de bondade
pelos bons e velhos tempos

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